segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A vista de uma janela

Vasto presente vaso
Rasteado pelas partes incertas
Junto às janelas de colinas entranhadas
Vaiadas pelos monstros enlouquecentes.

Calmo, inseguro e perverso
Ser de extrema metamorfose
Tentas aligeirar os antigos cacos
Dos castanhos cultivos sem fruto.

O uma vez, já era e não volta a ser
Do levado pelo monstro da redondeza:
A presa, o poder e o fazer
Juntos tendem alcançar
O tudo que recusa regressar.



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Plástico em Caixotes

Olha! Mas olha bem para a tua volta!
Não vês ou só não queres ver?
O que a algo te faz parecer?
Ou apenas o que te molda?

É mais certo que o certo já se perdeu
O que em certo ponto escureceu
Amamentando o global lar esmorecido
Tornando-se algo pior que aborrecido

Chega o ponto próximo da linha!
Expressando o arco em limiar de fuga
Largando o amor próprio em loucura
Escavado em becos alquémicos

Venha então agora a doce amargura
Engraçado quando esta não perdura
No travesso de encavacados trastes
Caindo em penhascos de tortura

São os plásticos em caixotes
Invertidos aclarandos de perspectiva
Vêm sardinhas enlatadas de espeto
Transformando o triste fresco
Em alegria de falsas semelhanças.

sábado, 15 de março de 2014

Antes fora folha, agora é nó e um dia será árvore

        Ele, o ser, perdeu o rumo da caminhada não porque não tem por onde caminhar mas sim porque tem tanto caminho por onde escolher que uma única escolha nunca será acertada.
         Este coloca-se agora na posição de outrem e esquece quem é, mas e depois? Será que a maioria está certa e nem precisa de fazer a escolha de arriscar ou tentar fazer o próprio trajecto?
        Algures no meio da iniquidade deste existe uma pequena fonte de solvência semelhante ao riacho que preenche a musculosa e viscosa massa cinzenta capaz de se perder em si quando pensa que a complexidade é nada mais que um caminho em que o tamanho poucas vezes importa desde que se chegue lá de forma radiante sucedida de sucesso não falso para que a sanidade mental seja inversamente proporcional ao estado de maturidade física.
         Nós e nós estão a ser dados até que ele repara ao tentar obter a verdadeira conclusão que a sua lógica de pensar é a real solução: escolher o caminho e se necessário voltar atrás, escolher o mais acertado mas o medo para arriscar desta vez por aqueles lados irá ficar.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Vamos jogar xadrez!

"Hahaha olhem para mim
Aqui com o meu tabuleiro
Relez pião serves o fim
Tudo a troco do meu dinheiro

Hahaha olhem para mim
Inchado estupor cheio
Sentado num reino de marfim
Excrementando aqui no meio

Não olhem para mim, Não!
A ser um eu foleiro
Dando gargalhadas de cão
Estragando a vida do ser pioneiro"

Conclusões de madrugada

Cama, aqui tu chegavas
Cabeçadas pesadas suportavas
Passados pesados lembravas
Cheios de esperanças... Mortas!

Aqui já o errado perdeu as bases das amarras, o certo mais errado é
Ciclicamente estou deslocado de tudo, todos, sempre em volta do abismo em que a vida nada quer recompensar e quando o tenta nunca é na altura certa
Sim existem catástrofes, sim a mulher de n anos morreu de n coisa, mas serei má pessoa por ser tão indiferente? Ou apenas mais um robo da sociadade que tanto odieio?

Voltando à cabeça...
Agora? Tempestosamente cais!
Escrementando em volta nos tais
Abismos oriundos dos materiais
Conscienciosamente somos apenas mortais
Aprendendo todos os dias morais
Que em nada pesarão nos sinais
Em que nos perdemos de sermos normais.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Praxe: mas afinal o que é isto?

Como muitos sabem nos últimos tempos tem havido uma polémica enorme sobre o que são as praxes e que forma de integração a mesma é. Bem quando entrei na actual faculdade a que pertenço fui sempre com receio e medo de ser explorado mas sempre com o pensamento: se houver algum abuso desisto de imediato! Nós, acima de tudo, somos pessoas e o respeito próprio é algo que deve estar sempre em primeiro lugar quer seja no trabalho, na faculdade, na escola... enfim na vida!
Para minha grande surpresa isto nunca aconteceu. Houve uma altura que nos mandaram subir em conjunto as escadas em "fila pirilau" esta que consistia nada mais nada menos que colucar uma das mãos por baixo das pernas de forma a passar para o colega de trás e a outra mão agarrava na do parceiro à frente, este que se encontrava na mesma posição que eu assim como o que estava atrás. Sem problema pois afinal o que estou a fazer de diferente de todos os meus colegas do meu ano? Mas este assunto não fica por aqui pois enquanto estava nesta posição obtive uma cãibra e reportei de imediato a situação a um dos "doutores" da praxe e este disse para sair de imediato da fila e me ajudou a repousar dizendo de seguida isto: "Nunca deixes que exista abuso nem em ti nem nos outros caloiros pois todos têm de ser tratados de forma igual e com respeito".
Logo no fim das atividades de praxe todos os "doutores" conviviam com os "caloiros" explicando as suas experiências na Universidade e seguiam-se conselhos para disciplinas do curso. Também nos fizeram uma apresentação do que era Coimbra e um pouco da sua história.
Actualmente sou eu "Doutor" e sigo sempre esta definição de praxe e espero que as próximas gerações da praxe cumpram esta premissa que é o respeito e verdadeira integração e sonho que um dia esta que foi a minha praxe seja a praxe a nível nacional.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Sentido != Vida != Vácuo

Tantos e tantos filósofos se questionam e questionaram sobre o sentido da vida...
(In)felizmente não existe qualquer sentido lógico ou algorítmico para tal facto nem digo que isto seja o sentido da vida mas pelo menos faz parte dela.
Sempre que penso nesta desigualdade a imagem de um homem com um jarro na cabeça em que a água não cai pelo simples facto de fazer vácuo. Vamos pensar neste jarro como sendo um perfeito símbolo feminino: sempre que tento tirar da cabeça o dano é mais que obvio: acabo molhado.
O grandioso problema em volta disto é apenas um: onde encher o jarro de forma natural sem rio, mar ou água canalisada?
Há quem pense que o abanar do pessegueiro das proximidades dá um enchente àgua da chuva de grande qualidade mas está longe de criar vácuo. Outros ainda têm a ideia revolucionária de tentar nas proximidades da estrada nas suas poças de água, é uma droga cara monetariamente e/ou psicologicamente.
Agora achar água de qualidade consumível? Há quem procure mas nem a procura a faz surgir pois os que procuram outras arvores de ramificações desconhecidas das duas uma: ou estão secas ou acabam molhados sem sequer encher o jarro. Uns culpam as condições climatéricas, outros o sol que seca as folhas mas de quem realmente é a culpa? De ninguém apenas não se pode procurar tendo em conta que uma árvore pode nascer em qualquer momento e em qualquer lugar desde que tenha a chuva e terra firme para cultivar.

terça-feira, 12 de março de 2013

Meio ser

        Estou ali, aqui, e desapareci, era alguém desfigurado de presenças polidas de madeiras secas e gastas, fracas, inúteis e fogosas.
        Sentia a iniquidade de beldades sujas de remela, como as das lágrimas suadas pela latejante porta ruidosa que soa metamorficamente à tendência do acto de procrastinar o presente...
        "Será que sigo? Será que fujo do presente e viajo para o futuro? Ou será que o futuro é o presente e o presente é só um mero passado já planeado por uma entidade organizacional terrorista que abastece o mundo de sumo negro ilusional de sensações falsas com composto social verdadeiro às suas origens?"
        

domingo, 9 de dezembro de 2012

Distante foco

Procura! O invisível obscuro do injusto mundo
Foca! O inacessível desejo da aurora gloriosa
Apaga! A forma que era o teu antigo ser
Alcança! O sonho que vai formar o teu renascer!

Ofusca! Os trastes que sempre te desprezam.
Alimenta! A fome que o teu corpo tem.
Digere! A força dada pelos que bem te querem.
Sonha! O destino muda pois sempre podes ir alem!

Sim, meu eu, mais uma vez te falo
Aparo um pouco a tua essência de ser
Fatalmente a tua vontade, aqui, calo!
Vais ver assim; TU; observarás o que é viver!

Psicóvivo

Moléstias sem lida
Fardos de burro sem palha
Partidas do indeterminado
Produto das receitas da ida!

Onde estou? É utopia?
Ilusão de uma luz ou ironia?
Sai à bom tempo da escritoria
Culpa da súbita feliz mania.

Um poema alegre? É raro nesta vida!

Segmentos de hortelã

Carrasco de pendura que vistes minha ida
Longitude das almas efémeras de loucura
Claridade inunda de frescura...
E´ isto que desejas na passagem da vida?

Longe, quero tudo agora no profundo!
No estados de ensino que o ser tanto evita
Criando laços de veias verdes que tanto ligam
Quebrados agora pelo passar das pisadas.

Oh hortelã deixa de seriedades
Enfrenta de caras a verdade
Concentrando a seiva entornada
Em boas idas de castidade.

Por intitular

Colunas lisas paralelas
Visam o ser amedrontado
Lindas mestres são elas
Promissoras do seu lado
Clausuradas de estanhos
Fermentadas de sabores
Comportam-se como estranhos
Estonteados são também os louvores.

Olha eu outra vez!

Duvidas existenciais? Tu és eu e mais ninguém!

     Conforma-te dessa oriunda realidade que tanto negas todos os segundos assim como horas e por vezes dias quando te vem o pensamento.
     O que sou? Quem és tu meu eu?
     Claro que tu és eu seu eu deturpado e mascarado de insensibilidades usurpadas de familiaridades descontinuadas com muita brutalidade!
     Estás a rir agora? Ridículo és assim como eu quando descrevo o idiota aprisionado que está em mim... Tens paredes transparentes? És mesmo uma abominação que às vezes assim evitas de forma drástica tocar como se elas te queimassem!
     Deixa-te de coisas e arrisca! Já viste a quantidade de oportunidades perdidas? Já viste quantas delas foram vividas? Esquece, deixa para traz tudo isto e segue, segue, SEGUE!

Tinha um outro querido blog mas só este era bom porque me fazia desanuviar e pensar em quem fui e o que sou, a todos os que leram e gostaram eu digo: Obrigado

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Onde vou?

Parado num local de derrame do transpirado estado de urgência com suavidade e indolência da sinceridade onde a transparência de uma personalidade sofre ares de redundâncias de realidade... Farto! É como estou!

Agora resta a remota dúvida do futuro local que meu eu irá frequentar abrindo asas a uma nova vivência deixando as insolvências para traz recorrendo a novas experiências com amplitude equivalente a setecentos e vinte graus... Bem já estou tonto com a louca e exposta oportunidade que me aparece em diante!

Levo comigo na caixinha do corpo recordações, conhecimentos e o mais importante de tudo: as importantes e inesquecíveis amizades!

NOVA VIDA, NOVA ROTINA!
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Em breve novo blog, pois este será o ultimo post deste...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O Armário

Abri a porta do armário
Encontrei um semelhante mundo
Em que o oriundo de tudo
Se deve a um extremo imaginário!

Uns somos camisolas de manga curta
Outros cabides para estúpida pendura
Mas ainda há aqueles que aparentelam
A roupas interioriais do íntimo da altura!

Nas camisolas de manga curta
Há umas que gostam de viver auxiliadas
Perseguidoras constantes de cabides
Sem de sua autoria pouco fazer mais que nada!

Os cabides são os escravos
Fazem tudo mesmo com desagrado
Os seus deveres são obras obrigadas
E consideram-se os mais massacrados.

No íntimo há roupa que gosta de recorrer
Sempre com o desejo de uns segredos guardar
Mas não se esqueçam: nunca a partilhem!
Ai algum dia elas sem querer vos vão desagradar!

Problemas? As suas descartiblidades!
Nuns dias assentam que nem perfeição
Noutros o corpo perde a sua feição
Até o surgir, por vezes obrigada, da:

Procura da querida da novidade…

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Bala

Já passei, por um momento em que a bala me atravessou com morte, com susto, com aflição mas com convicção de deixar a sua marca.
Sim marcou, mas sua ferida estanquei já há anos ou a alguns dias ou será que foram minutos? Até parece aproximar-se de segundos por toda a recentividade permanente na intensidade do espontâneo e exercido tempo!
Mas agora queres dar um tiro? Atira com toda a tua força no gatilho da tua espingarda!


Resultou? Esperavas, mas desta vez previno-me com um colete há prova de imbecis com armações que alcançam as suas postiças dentaduras que preenchem na totalidade as suas preciosas e aparentemente belas... Bocas!

Venham agora as balas de canhão, estou pronto para o depois do vir que vem!

Passarei agora a colocar todas as palavras que estejam por inventar a itálico!

domingo, 19 de junho de 2011

O Fogo de uma flor!

Havia por ali uma senhora flor,
Estimada pela sua diversidade,
A favor da sua clara e encarnada cor
Mostrando na alma um sentimento de dor.

P:Era rosa? R: Não, esqueça essa ideia leitor/a.
P:Era cravo? R: Não, apesar de cravante dispor.
P:Era amor-perfeito? R: Há algum perfeito amor?
P:Revela o seu nome? R: Não, e não é natural de expor!

Posso revelar que era um ser como outros
Ardente devido a agentes infiltrados loucos
De seus poderes deveras grandiosos mas poucos
Influenciável pelos odores do omnipresente possuidor.

Agradeço a uma outra outra pessoa por me ter sugerido este tema! Há amizades que importam e não são esquecidas!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O novo olhar

     Olhava para o sol, estrela quente que procura aquecer tudo com a sua luz deveras cegante, berrante e estonteante mas também ignorante para as perguntas que lhe colocara...
     Aguardava ali, a olhar como um paspalho para um espantalho e esperava naquele comediante, invisível e visível acontecimento um raio de mudança, nem que ao tamanho de um micróbio se assemelha-se, naquele incrivelmente belo traste. Na loucura esperava qualquer coisa parecida com um futuro...
     Bem sol é desta! Vou expor à tua extremamente vaidosa entidade a parte mais odiada de quem conhece o meu eu: os meus dorsos!
     Conto que deslumbres com agrado esta gloriosa visão como no breve momento, antes da intensa cegueira, em que me contentei em observar-te!
     Fica bem e desaparece na noite, és um covarde que te escondes todos os dias nela usufruindo da desculpa da rotação da terra... Nem te desejo mal mas tens de reconhecer que apesar de estrela, TU, não és perfeito!

Agradeço a uma outra pessoa por me ter sugerido este tema! Tu fizeste-me crescer imenso como pessoa!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Fernandinho com nome de Pessoa!

Era o famoso mestre do disfarce (?)
Um dos poucos homens que era verdade
Mostrava todas as suas pertencentes faces
Com personagens de rica personalidade:

Ricardo Reis vive na sua disciplina
Com todo e receio que ele se submete
É infeliz, não luta por felicidade
Espera-a na outra vida merecida.

Coitado nunca morrerá...


Já o Caieiro, o senhor do campo,
Era pouco instruído escolarmente
Mas cultivado pela simples natureza
Recusava qualquer complexo pensamento.

Bem, à que destacar com igualdade
O homem Álvaro vitimado pela mudança
Começou por procurar a novidade
Seguindo o louvar à máquina
E acaba no extremo íssimo cansaço.

Outros homens foram criados
Mas na sua emergente e rica mensagem 
O Fernandinho também esteve na sua forma
Apesar de ser em seu verdadeiro nome.

Como é aniversário deste senhor resolvi colocar este texto que fiz para participação no concurso Grande C.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ser português

É pretender ser o ser que que os nossos eu's sempre sonharam
É... Descobrir o fundo roto do bolso que alguém pensa que roubou
E querer estar, aqui, alcançando o que outros dizem: é inalcançável!

Isto no meu pensar, mas geralmente:

Ser português é não querer ser
É querer ter o que nosso não é nem será
Não lutar, contentar com o que é de desagrado

E ignorar o que por nós é pensado...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Erupção psicológica

Contagens repetidas, repentinas, instintivas, persuasivas, com paralelemias,
Cheias de estrias, azias, porcarias, irritanterias,
Com vontades de ir à mercearia, à tosquia,
Vêm apetites de maçonarias, euforias, psicologias, poligamias,
Cabeças rebentantes por causas de permaneuladia...

Palavras confusas de uma mente em estado de explosão,
Expulsão, repressão, desambiguação, confusão... sempre com a sua enormalidade!
Mostrando opinião, profissão, habitualidades, individualidades e merdibilidades!

Perdi um dicionário para mostrar o meu pensar portanto algumas palavras ainda estão por inventar.

domingo, 5 de junho de 2011

A vida e a routina são gémeas siamesas!

Sempre assim: conhece-se gente, desiludem-se pessoas, recorrem outras em estado urgente, e... é isto!
Amizades para sempre como nos filmes? Não existem!
Há sempre uma altura que desiludem; é normal faz parte da rotina!
As pessoas fazem sempre erros que se arrependem, é normal faz parte da rotina!
Renovar as antigas amizades? É mesmo pena não fazer parte da rotina...

Defeito meu? Sim claro mas também da rotina...

domingo, 29 de maio de 2011

Amizade, qual é a tua idade?

Olha quem é ela, a amizade!
Banalizada por tudo e por nada
Procurada no escuro da mágoa
Relembrada quando a tragédia passa!

A tua idade? Isso realmente importa?

Mesmo dividida por superfície ou mar
Desde que exista intensidade
Vai sempre guardar um lugar
Por ser vivida com verdade.

Nos elementos que presentemente a desfrutam
Seja grande ou pequeno o numero da duração da vida
Apenas a mentalidade de cada um será compreendida
Se algo de semelhante nas suas proezas forem conhecidas!

Agradeço a uma pessoa por me ter sugerido este tema! Continua a escrever como escreves!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

É on

Até que ponto vai isto andar?
Até ao ponto do ir sem retornar?
Até que apareça um ponto com virgula?
Até a ponta desapareça de senhora vida?
A pé onde vai a tonta sem a miúda esquecida?
A fé da menina pondera num estado insolente de perdida?

O que será isto? Talvez o conto das escadas de umas vidas.

sábado, 21 de maio de 2011

Quem é o meu Deus?

O homem o faz há sua imagem
Na ilusão do contrário que a crença passa
Deixando a parva e exibicionista presença
Da gente que apenas é e será reles farsa.

Além de meu eu outro ser omnipresente? Que ridicularidade
Sem mencionar de problemas faz grande parte da gente
Que não envelhece sem as outras presenças criticar
Como as de diferentes creres que meu eu gosta apreciar
Sem qualquer diferente Deus louvar além do ser humano!

Ouvidos moucos farei a quem ousar criticar pois talvez já seja tarde para mudar a minha esperança que ambiciona uma humanidade que resolva avançar!