domingo, 12 de dezembro de 2010

Um texto um pouco diferente

Natal

Pessoas tornam-se falsas
Mentiras solidarias contam
Mas é Natal, é Natal e
Claro! Ninguém leva a mal.

Natal é ser solidário, ser amigo do próximo, é a festa em família e também ser o que não se foi quase um ano para muitos... Ou seja muitos guardam a bondade para esta época quase como se fosse um alarme cerebral a dizer: Agora poderás ser uma boa pessoa!
Não me levem a mal, não é que não goste do Natal mas porque não fazer um ano natalício? Seria realmente fantástico! Ajudar quem precisa, aproveitar os poucos momentos que sobram em família e o mais complicado de tudo: Tornar a falsidade em verdade!
Outro aspecto é o tão famoso egoísmo no que toca aos presentes das crianças, incapazes de raciocinar tão facilmente como uma pessoa mais velha, são bombardeadas com enormes doses de publicidade que lhes cria um enorme bicho do consumismo: querem tudo o que vêm e não têm e no final nunca dão valor ao que lhes oferecem. Porque não dar os brinquedos que não se usam a outros? Ou aqueles que são deixados de parte? Enfim… A Televisão, para ajudar, deveria de controlar melhor esta abusiva pressão que ajudam a levar as novas gerações há decadência.

Deixo aqui o meu apelo de um Natal que desejo no ano 2011.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Escuro

Existe o preto predominante
Nele um só ser nos tornamos
O pânico existe, constante 
Será esta a crua realidade?

Tenho os meus olhos abertos
No escuro já nem pestanejo
Estou preso, sei que há saída
E a visão mostra-me o desejo.

Tantos tons do mesmo visualizo.
Ilusão de óptica será o que vejo?
Na clara escura cor interiorizo
Em meu eu surge o forçado bocejo.

Será que quero sair? A cabeça pensa...
A mão com a maçaneta conferencia
A indecisão na inconsciência pesa
Tão quente… Até meu eu inferniza!