sexta-feira, 8 de julho de 2011

Onde vou?

Parado num local de derrame do transpirado estado de urgência com suavidade e indolência da sinceridade onde a transparência de uma personalidade sofre ares de redundâncias de realidade... Farto! É como estou!

Agora resta a remota dúvida do futuro local que meu eu irá frequentar abrindo asas a uma nova vivência deixando as insolvências para traz recorrendo a novas experiências com amplitude equivalente a setecentos e vinte graus... Bem já estou tonto com a louca e exposta oportunidade que me aparece em diante!

Levo comigo na caixinha do corpo recordações, conhecimentos e o mais importante de tudo: as importantes e inesquecíveis amizades!

NOVA VIDA, NOVA ROTINA!
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Em breve novo blog, pois este será o ultimo post deste...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O Armário

Abri a porta do armário
Encontrei um semelhante mundo
Em que o oriundo de tudo
Se deve a um extremo imaginário!

Uns somos camisolas de manga curta
Outros cabides para estúpida pendura
Mas ainda há aqueles que aparentelam
A roupas interioriais do íntimo da altura!

Nas camisolas de manga curta
Há umas que gostam de viver auxiliadas
Perseguidoras constantes de cabides
Sem de sua autoria pouco fazer mais que nada!

Os cabides são os escravos
Fazem tudo mesmo com desagrado
Os seus deveres são obras obrigadas
E consideram-se os mais massacrados.

No íntimo há roupa que gosta de recorrer
Sempre com o desejo de uns segredos guardar
Mas não se esqueçam: nunca a partilhem!
Ai algum dia elas sem querer vos vão desagradar!

Problemas? As suas descartiblidades!
Nuns dias assentam que nem perfeição
Noutros o corpo perde a sua feição
Até o surgir, por vezes obrigada, da:

Procura da querida da novidade…

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Bala

Já passei, por um momento em que a bala me atravessou com morte, com susto, com aflição mas com convicção de deixar a sua marca.
Sim marcou, mas sua ferida estanquei já há anos ou a alguns dias ou será que foram minutos? Até parece aproximar-se de segundos por toda a recentividade permanente na intensidade do espontâneo e exercido tempo!
Mas agora queres dar um tiro? Atira com toda a tua força no gatilho da tua espingarda!


Resultou? Esperavas, mas desta vez previno-me com um colete há prova de imbecis com armações que alcançam as suas postiças dentaduras que preenchem na totalidade as suas preciosas e aparentemente belas... Bocas!

Venham agora as balas de canhão, estou pronto para o depois do vir que vem!

Passarei agora a colocar todas as palavras que estejam por inventar a itálico!

domingo, 19 de junho de 2011

O Fogo de uma flor!

Havia por ali uma senhora flor,
Estimada pela sua diversidade,
A favor da sua clara e encarnada cor
Mostrando na alma um sentimento de dor.

P:Era rosa? R: Não, esqueça essa ideia leitor/a.
P:Era cravo? R: Não, apesar de cravante dispor.
P:Era amor-perfeito? R: Há algum perfeito amor?
P:Revela o seu nome? R: Não, e não é natural de expor!

Posso revelar que era um ser como outros
Ardente devido a agentes infiltrados loucos
De seus poderes deveras grandiosos mas poucos
Influenciável pelos odores do omnipresente possuidor.

Agradeço a uma outra outra pessoa por me ter sugerido este tema! Há amizades que importam e não são esquecidas!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O novo olhar

     Olhava para o sol, estrela quente que procura aquecer tudo com a sua luz deveras cegante, berrante e estonteante mas também ignorante para as perguntas que lhe colocara...
     Aguardava ali, a olhar como um paspalho para um espantalho e esperava naquele comediante, invisível e visível acontecimento um raio de mudança, nem que ao tamanho de um micróbio se assemelha-se, naquele incrivelmente belo traste. Na loucura esperava qualquer coisa parecida com um futuro...
     Bem sol é desta! Vou expor à tua extremamente vaidosa entidade a parte mais odiada de quem conhece o meu eu: os meus dorsos!
     Conto que deslumbres com agrado esta gloriosa visão como no breve momento, antes da intensa cegueira, em que me contentei em observar-te!
     Fica bem e desaparece na noite, és um covarde que te escondes todos os dias nela usufruindo da desculpa da rotação da terra... Nem te desejo mal mas tens de reconhecer que apesar de estrela, TU, não és perfeito!

Agradeço a uma outra pessoa por me ter sugerido este tema! Tu fizeste-me crescer imenso como pessoa!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Fernandinho com nome de Pessoa!

Era o famoso mestre do disfarce (?)
Um dos poucos homens que era verdade
Mostrava todas as suas pertencentes faces
Com personagens de rica personalidade:

Ricardo Reis vive na sua disciplina
Com todo e receio que ele se submete
É infeliz, não luta por felicidade
Espera-a na outra vida merecida.

Coitado nunca morrerá...


Já o Caieiro, o senhor do campo,
Era pouco instruído escolarmente
Mas cultivado pela simples natureza
Recusava qualquer complexo pensamento.

Bem, à que destacar com igualdade
O homem Álvaro vitimado pela mudança
Começou por procurar a novidade
Seguindo o louvar à máquina
E acaba no extremo íssimo cansaço.

Outros homens foram criados
Mas na sua emergente e rica mensagem 
O Fernandinho também esteve na sua forma
Apesar de ser em seu verdadeiro nome.

Como é aniversário deste senhor resolvi colocar este texto que fiz para participação no concurso Grande C.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ser português

É pretender ser o ser que que os nossos eu's sempre sonharam
É... Descobrir o fundo roto do bolso que alguém pensa que roubou
E querer estar, aqui, alcançando o que outros dizem: é inalcançável!

Isto no meu pensar, mas geralmente:

Ser português é não querer ser
É querer ter o que nosso não é nem será
Não lutar, contentar com o que é de desagrado

E ignorar o que por nós é pensado...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Erupção psicológica

Contagens repetidas, repentinas, instintivas, persuasivas, com paralelemias,
Cheias de estrias, azias, porcarias, irritanterias,
Com vontades de ir à mercearia, à tosquia,
Vêm apetites de maçonarias, euforias, psicologias, poligamias,
Cabeças rebentantes por causas de permaneuladia...

Palavras confusas de uma mente em estado de explosão,
Expulsão, repressão, desambiguação, confusão... sempre com a sua enormalidade!
Mostrando opinião, profissão, habitualidades, individualidades e merdibilidades!

Perdi um dicionário para mostrar o meu pensar portanto algumas palavras ainda estão por inventar.

domingo, 5 de junho de 2011

A vida e a routina são gémeas siamesas!

Sempre assim: conhece-se gente, desiludem-se pessoas, recorrem outras em estado urgente, e... é isto!
Amizades para sempre como nos filmes? Não existem!
Há sempre uma altura que desiludem; é normal faz parte da rotina!
As pessoas fazem sempre erros que se arrependem, é normal faz parte da rotina!
Renovar as antigas amizades? É mesmo pena não fazer parte da rotina...

Defeito meu? Sim claro mas também da rotina...

domingo, 29 de maio de 2011

Amizade, qual é a tua idade?

Olha quem é ela, a amizade!
Banalizada por tudo e por nada
Procurada no escuro da mágoa
Relembrada quando a tragédia passa!

A tua idade? Isso realmente importa?

Mesmo dividida por superfície ou mar
Desde que exista intensidade
Vai sempre guardar um lugar
Por ser vivida com verdade.

Nos elementos que presentemente a desfrutam
Seja grande ou pequeno o numero da duração da vida
Apenas a mentalidade de cada um será compreendida
Se algo de semelhante nas suas proezas forem conhecidas!

Agradeço a uma pessoa por me ter sugerido este tema! Continua a escrever como escreves!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

É on

Até que ponto vai isto andar?
Até ao ponto do ir sem retornar?
Até que apareça um ponto com virgula?
Até a ponta desapareça de senhora vida?
A pé onde vai a tonta sem a miúda esquecida?
A fé da menina pondera num estado insolente de perdida?

O que será isto? Talvez o conto das escadas de umas vidas.

sábado, 21 de maio de 2011

Quem é o meu Deus?

O homem o faz há sua imagem
Na ilusão do contrário que a crença passa
Deixando a parva e exibicionista presença
Da gente que apenas é e será reles farsa.

Além de meu eu outro ser omnipresente? Que ridicularidade
Sem mencionar de problemas faz grande parte da gente
Que não envelhece sem as outras presenças criticar
Como as de diferentes creres que meu eu gosta apreciar
Sem qualquer diferente Deus louvar além do ser humano!

Ouvidos moucos farei a quem ousar criticar pois talvez já seja tarde para mudar a minha esperança que ambiciona uma humanidade que resolva avançar!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Tempo

Já lá vai: era um simples tempo
Em que o senhor era tão durador
Sempre que o presenciava no contente
No lento e no preguiçoso esplendor.

Agora? É altura do meu eu por identificar pensar
Sem que algum dia venha a arrepender 
No que vai ser o viver no que vem a aproximar
Por vias do destino caso ele se decida identificar...

Adeus fica bem meu velho
No actual decidi apreciar
Vou viver o momento
Sem que nada o tente prejudicar!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O seis com o nove?

Dos inocentes e diferentemente iguais números
As coisas infinitas o humano gosta de inventar
Desde as sessenta e nove contáveis coisas
Como um acto sexual da salivas usar:
Tanto faz a variedade da sexualidade
Quando o prazer se quer dar
Há quem o considere com gravidade
O acto de oralmente noutro órgão tocar.

O seis virado ao contrário é nove
O contrário também é válido
Sendo iguais quando um se contraria, (66)
Deixando sempre um com ar pálido
De um pino infinito exercitar
Com o desejo de um diabo entrar
Esperando ansiosamente um semelhante
Para a ménage a três se completar.(666)

Olha que engraçado facto
É o número deste traste!
Sem toa escrevo sobre este enorme marco
Visto ser o sessenta e nove de tantos.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Agulhas, palhas e burros

Somos todos agulhas do palheiro
Perdidas algures nas palhas da vida
Limitadas pelos empurrões das bocas dos:
Burros espontaneamente esfomeados!

Sobrevivemos no espaço alheio
Feito dos outros cuja sua ida
Fora forçada pelos intitulados os:
Burros espontaneamente esfomeados!

Aceita-mos sem ler o parágrafo terceiro
Sem que a alma seja comprometida
Com os fiéis tristes amaldiçoados dos:
Burros espontaneamente esfomeados!

Mas contudo mais vale ser agulha primeira
Que ser palha ou burro na quinta
Comemos com fome e odiamos os:
Burros espontaneamente esfomeados!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ui (mais um parvo)

Ui o que pode ser?
Ui o vazio do pensar cresceu!
Ui até custa na cabeça crer!
Ui os pés e a cabeça podem doer
Ui... Resume o que é meu viver.

Agradeço a uma pessoa por me ter sugerido este tema! Continua a escrever como escreves!

domingo, 8 de maio de 2011

Olha, é o horizonte!

Que linha oriunda de um fenomenal
Feita com o cruzar de um ceu e um mar
Louca do natural e inconsciente abismal
Poderá ser banal o composto para apreciar?

Posso o horizonte alcançar?
Diz o meu desconhecido idiota eu
Sabendo que por mais abusado alucinar
Tal feito o natural não lhe poderá conceder.

Pego agora em papel, dobrado em forma de barco
Coloco por cima de água, em direcção do meu sonho.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Como isto anda

Partilhem isto por gente que conheçam, finalmente alguém que diz o que se passa realmente no nosso país e não se esqueçam: está nas nossas mãos mudar isto, já chega de dar valor ao estrangeiro e aos seus produtos pois centenas de marcas são nossas e eles roubam-nos o crédito e porque? Porque só compramos o que não é nosso! Muitas das fábricas que fabricam produtos colocam etiquetas de outros países para que nós os compremos...

Enfim espero que deixe alguém a pensar nestas palavras.

domingo, 24 de abril de 2011

É Natural

"Reles e insignificantes objectos"
Era meu pensamento de outrora
Algo alterado em variados aspectos
Como o visto na paisagem de aurora.

O que não vemos? Vidas ali ocultas
Como o vento esvoaçante numa folha
Mostrando a natureza para uns morta
Esquecemos: sua exercente forma nos olha.

Ela é natural, nada humana.
Desrespeito é o que o nós faz
Criando as nossas invenções
Humanas e igualmente, desumanas...

sábado, 16 de abril de 2011

Coisas minhas

Há coisas que mexem.
Há coisas que alegram.
Há coisas que crescem.
Há coisas que lamentam.

As coisas possuem.
As coisas assustam.
As coisas pertencem.
As coisas “absurdam”.

Coisas para uns tudo.
Coisas para uns nada.
Coisas para uns obscuras.
Coisas para uns claras.

Sim são estúpidas coisas
Com razão de ser ou sentir.
Em lugares abstractos pousam
Sem que alguém queira o vir.

A revolta das pastilhas elásticas (texto extremamente parvo)

Pastilha morango - Caras pastilhas, vamos vingar-nos dos humanos por todas as atrocidades que eles nos fizeram ao longo dos anos!
Agora é que vai ser a nossa vez de os vender-mos como mercadoria, vesti-los de trajes ridículos e para finalizar violar sem piedade os seus corpos!

Pastilha alperce - Mas isso é descer ao nível deles, temos que pensar num outro plano, afinal nós pastilhas ainda temos um cérebro viscoso e peganhento rico de açúcar.

Pastilha morango - Mas merecem um castigo severo, quantas vezes não vemos as nossas camaradas esmagadas e coladas nos sítios mais desagradáveis? Já não bastava todo aquele ritual e nem um fim merecido nos dão...
Chega este mal já nos segue ao longo dos anos, até parece que somos prostitutas escravas dos seres humanos, aqueles ridículos animais que acham melhores que tudo e todos, eles sim metem-me nojo com as suas estradinhas, casinhas pipis e carrinhos idiotas. Ainda por cima eles têm pés e não os querem usar!

Pastilha baunilha - Então vamos definir uma alternativa a isto, arranjamos uma pastilha que saiba o que fazer e mudamos esta horrível sociedade dominada pelo ser humano.

Pastilha morango - Eu já sugeri, se não querem a minha solução mostrem alternativas.

Pastilha menta - Então podíamos...
(interrompe a pastilha morango)

Pastilha morango - Vamos executar o meu plano! Até agora ainda não vi alternativas, nada melhor para que eles saibam a dor da nossa raça!

Pastilha alperce – Porque interrompeste a pastilha de menta? Ela ia sugerir algo.

Pastilha morango – Fala então pastilha de menta.

Pastilha menta – Fazemos uma carta assim a mostrar o que os seus actos têm feito na nossa raça…

Pastilha morango – Que ideia tão idiota! Eles nem percebem pastilhês e desprezam a nossa escrita viscosa deveras artística! Exercemos o meu plano e não se fala mais nisso visto que não há mais sugestões


(Cuidado humanos a revolta das pastilhas virá brevemente, foi difícil traduzir este texto pois pastilhês é uma língua bastante complexa!)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Novidades?

Cansado dos dias
Absolvido pelas noites,
Perdesse do meu eu
O monstro das cortes...
Com as mentes que lia,
Com mortes sem pontes
E desejos indesejáveis
Sobre seres dos entortes.

Nada, só nada é o ocorrente
Feitos sem faces, sem vitimas...
Move-me o desejo de um seguir
Seja para traz, para a esquerda
Para a direita ou para a frente.

São elas como cola, fixam solidamente
No meu eu falso que muda lentamente.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Quem?

Quem te mudou? És tu o meu Eu?
O mundo estremeceu? O que restou?
Mas afinal quem sabe do que o Eu é?
Sempre é quem sou que penso que sou?

Finalmente me estou a afeiçoar a ti
Talvez agora te dê demasiada importância
Apesar de ter saudade do que foste
Imaturo, irresponsável e feliz na ignorância...

Vou deixar de ser tu novamente
Posso? És como a pastilha no chão
Cola facilmente mas descolar...
Há! Ainda me falta tentar o esfregão!

domingo, 27 de março de 2011

A cadeira

Ela o peso dos outros suporta
Enquanto o humano descansa
E sem um pedaço de troca
O seu aclamado objectivo alcança.

Bastantes paralelas entre si
São as quatro brilhantes pernas
Pequenas ou grandes, a menina
Faz sempre bom uso delas.

As vezes a menina responsável pensa:
O sentar é castigo ou contentamento?
A utilidade minha sempre compensa?

O humano, cansado das duvidas da cadeira lhe diz:
Quatro pernas são melhor que duas!
A cadeira farta da situação lhe responde com desagrado:
Então te dou as minhas e tu me das as tuas!

E imaginem o que aconteceu? O humano ficou sem fala...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Nova era!

É irreversível a mensagem
Dada pelos ares falsos da cara
Pensada outrora que era a imagem
Que por ali o ar do povo lutara.

Com rigor pensamos com calma
Afinal somos algo? Juntos somos tudo
Sozinhos só nos resta a nossa alma
Espantando ares do pensado mundo...

Precisamos de uma nova mudança!
Com novos pós e da nossa aliança
Não a habitual, desastrosa sem esperança
Que faz o nosso lugar desmoronar.

sábado, 19 de março de 2011

A 1ª musica

      Desde há 1 mês para cá recebi uma guitarra e fiz, com a ajuda de um amigo, uma musica assim muito básica sem acordes complicados e sem vocais (ainda se partiam uns quantos vidros) mas achei por bem partilha-la.
      É normal que existam BASTANTES falhas afinal só tenho 1 mês de prática:

      Ouvir a música

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pessoas

      Acordei cedo com a esperança de dar uma caminhada pela rua para a descontracção ou melhor dito distracção da actual realidade tentando esquecer o facto que todos os que por redor se encontravam que ,sem querer, me amedrontassem o meu processo de pensamento. Complicado e impossível objectivo pois se quero esquecer a realidade porque procurar o contacto com ela?
      Ao caminhar na rua foram-se ouvindo vozes de lamentos do actual estado político, sim tudo bem eles lamentam mas onde estavam metade destes lamentadores que considero incompetentes queixosos quando ocorreram as ultimas eleições? Sim estão mal as atitudes mas se o actual descontentamento faz parte da sua essencial opinião porque não lutar pela mudança? Por pequenas coisas insignificantes nascem pontos de vista e ideias de mudança mas de que servem elas sem qualquer prática? A todos eles peço um irónico aplauso enorme! São sem duvida os que nos fazem ser tão insignificantes quer em numero quer em tamanho de esperança na mudança!
      E a mais idiota das atrocidades é a preocupação da sociedade em clubes futebolísticos que recebem e dão milhões de euros só para terem um jogador que sabe só fazer um bons passes e rematar a estúpida e insignificante bola com uma composição semelhante a um cérebro do que chamamos em geral sociedade: revestida por uma boa aparência por fora e apenas com ar por dentro... Não esquecer que as bolas se furam e se tornam sempre insignificantes no final.
      Querem ter cabeças de bola de futebol? Continuem mas depois não se queixem...

      De qualquer das maneiras obrigado por me terem arruinado a caminhada.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

As vezes o nada cansa

Na habitual sala dos pacientes
De impaciência não havia falta
Da cura, todos ali crentes
Desejosos da fuga para realidade.

Ridículo estrondoso nada
Quem gosta de te fazer?

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Disfunção Mental

Mente, corpo, mente, corpo, mente...
Força nessa tua insistente mascara
Com verdade de minerva tão demente
Que tanto o passado amachucara.

Algures do peito escapou a essência
Aquecendo os calafrios da salgada água.
Todos adoram a antiga imergente presença
Ou a saudável agora inanimada alma?

Da falsa à verdadeira inverdade,
Dos altos montes da cómoda cadeira,
Foi criada a pequenos passos realidade
Crescendo a cultura do mundo da mente.

Existe por ai quem é verdade?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Anjo

Das vestes entristecidas
Tu Anjo dos deveres feitos
Entre os dedos das tuas mãos
As tuas essências, endoidecias...

Queimas as ridículas mãos minhas
Viajas sem rumo, sem asas!
Com ardor de transparência
Minha cabeça por loucuras... massas!

Oh... porque perdes-te o voar?
Feliz por te ver voltar ao ar...
Posso voltar um dia mais tarde ficar?
O dever de um anjo nunca deveria acabar!

Desculpa por a minha palma afastar,
Os dedos tendem a ela acompanhar.
Um dia talvez seja possível o aproximar
No momento que tua vontade desejes recuperar.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Lagoa

Doí-me o pé que quebrado está
Mas não é a dor dele que magoa
As faces do outros o gesso marcará
Assim como a água suja da tal lagoa.

Quem por lá passa pergunta:
Porque a lagoa está suja?
A preocupação falsa não existe
Quando a água parece límpida.

Mas conhecendo bem a lagoa
Sabia obviamente o estado da água
Era transparente e natural
Escondendo o sabor de amargura.

A água por poucos era saboreada
Claro a cor para eles é o que conta
A lama é lastimavelmente feia e escura
Assim é óbvio o sabor que perdura.

Das aparências o mundo faz parte
Exigências das espécies da pura tarte
Normal pois sendo ele uma bela arte
Apesar de para mudar nunca ser tarde.

Despi o texto de vírgulas
Não respirei em alguma linha
Espero não haver gentes fulas
Como aguardam nas filinhas.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Fim

Vim aqui fazer a declaração:
Para mim o abstracto mundo acabou,
Aquele estranho que meu eu viu
Insistente do escuro que aprofundou.

A superficialidade rege o mundo
Na consequência resulta curiosidade
Acontecimentos de importância absurda
Afecto dos sentidos da realidade?

No fim do fim o futuro impossível, Acontece!
Toda a possibilidade outrora negável é real!
No ir abaixo a natureza por acções rejuvenesce
Tornando a conclusão das acções longe do final.

Será ele algo semelhante a ela?
Pergunta tal com resposta infernal
Infernal pois não há forma de saber
Só no dia intitulado para tal…

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Para não ser só textos...

...Resolvi colocar uma montagem (muito básica e parva eu sei) que fiz no photoshop.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Cidade Urbana

Cidade das casas modernas,
Paredes por pessoas estragadas
Carregas os passeios infinitos
Das cansativas caminhadas.

Raios de Sol e chuvas árduas suportas
Também os vistos nas poças de água,
Sem um único resmungar no dia-a-dia
Reflectes a tua enorme e sentida mágoa.

Foste criada pela nossa raça
A tal que odeia a natureza.
Odeio o teu ar de desmazelo
Reflectes bem o nosso egoísmo
Na grandiosa e feia pureza.

Somos seres extremamente hipócritas!
A nossa criação não prezamos nem cuidamos,
Em busca de inexistente contentamento
Destruímos tudo de que um dia gostamos.

(O 1º de 2011! Obrigado a quem ajudou na correcção.)