domingo, 8 de maio de 2011

Olha, é o horizonte!

Que linha oriunda de um fenomenal
Feita com o cruzar de um ceu e um mar
Louca do natural e inconsciente abismal
Poderá ser banal o composto para apreciar?

Posso o horizonte alcançar?
Diz o meu desconhecido idiota eu
Sabendo que por mais abusado alucinar
Tal feito o natural não lhe poderá conceder.

Pego agora em papel, dobrado em forma de barco
Coloco por cima de água, em direcção do meu sonho.

2 comentários:

Carina Rocha disse...

Ola =)

Em primeiro lugar, quero dizer-te, uma vez mais, que escreves muitissimo bem e que, este teu poema, esta fantastico, eu gosto imenso de ler o que escreves.

Em segundo lugar, quero agradecer-te por teres comentado o meu blog e claro que o podes por nos recomendados, se gostas podes =) eu so tenho a agradecer, MUITO OBRIGADO...

Bjnhos e boa noite ;)

Carina Rocha disse...

So te tenho a agradecer e ainda bem que assim és , pois Portugal tem "gente" com excelentes talentos que devemos valorizar.

Sou da ideia "O que é nacional e nosso e é optimo!" =)

Bjnhos e continua assim =)