sexta-feira, 13 de maio de 2011

Agulhas, palhas e burros

Somos todos agulhas do palheiro
Perdidas algures nas palhas da vida
Limitadas pelos empurrões das bocas dos:
Burros espontaneamente esfomeados!

Sobrevivemos no espaço alheio
Feito dos outros cuja sua ida
Fora forçada pelos intitulados os:
Burros espontaneamente esfomeados!

Aceita-mos sem ler o parágrafo terceiro
Sem que a alma seja comprometida
Com os fiéis tristes amaldiçoados dos:
Burros espontaneamente esfomeados!

Mas contudo mais vale ser agulha primeira
Que ser palha ou burro na quinta
Comemos com fome e odiamos os:
Burros espontaneamente esfomeados!

1 comentário:

Carina Rocha disse...

Bem, mais uma vez aki estou eu, mas espero k desta vez o comentario e o teu poema "divertido" nao desapareçam LOL.

Relativamente a este poema tenho a dizer que, gosto, ta divertido e o teu sentido de brincadeira com as palavras, cativa o leitor xD

Enfim, tu sabes k escreves bem e tens um dom da escrita por isso continua smp a expressar-te atraves dela..

Bjnhos