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Bala

Já passei, por um momento em que a bala me atravessou com morte, com susto, com aflição mas com convicção de deixar a sua marca. Sim marcou, mas sua ferida estanquei já há anos ou a alguns dias ou será que foram minutos? Até parece aproximar-se de segundos por toda a recentividade permanente na intensidade do espontâneo e exercido tempo! Mas agora queres dar um tiro? Atira com toda a tua força no gatilho da tua espingarda! Resultou? Esperavas, mas desta vez previno-me com um colete há prova de imbecis com armações que alcançam as suas postiças dentaduras que preenchem na totalidade as suas preciosas e aparentemente belas... Bocas! Venham agora as balas de canhão, estou pronto para o depois do vir que vem! Passarei agora a colocar todas as palavras que estejam por inventar a itálico!

O novo olhar

     Olhava para o sol, estrela quente que procura aquecer tudo com a sua luz deveras cegante, berrante e estonteante mas também ignorante para as perguntas que lhe colocara...      Aguardava ali, a olhar como um paspalho para um espantalho e esperava naquele comediante, invisível e visível acontecimento um raio de mudança, nem que ao tamanho de um micróbio se assemelha-se, naquele incrivelmente belo traste. Na loucura esperava qualquer coisa parecida com um futuro...      Bem sol é desta! Vou expor à tua extremamente vaidosa entidade a parte mais odiada de quem conhece o meu eu: os meus dorsos!      Conto que deslumbres com agrado esta gloriosa visão como no breve momento, antes da intensa cegueira, em que me contentei em observar-te!      Fica bem e desaparece na noite, és um covarde que te escondes todos os dias nela usufruindo da desculpa da rotação da terra... Nem te desejo mal mas t...