quinta-feira, 23 de junho de 2011

Bala

Já passei, por um momento em que a bala me atravessou com morte, com susto, com aflição mas com convicção de deixar a sua marca.
Sim marcou, mas sua ferida estanquei já há anos ou a alguns dias ou será que foram minutos? Até parece aproximar-se de segundos por toda a recentividade permanente na intensidade do espontâneo e exercido tempo!
Mas agora queres dar um tiro? Atira com toda a tua força no gatilho da tua espingarda!


Resultou? Esperavas, mas desta vez previno-me com um colete há prova de imbecis com armações que alcançam as suas postiças dentaduras que preenchem na totalidade as suas preciosas e aparentemente belas... Bocas!

Venham agora as balas de canhão, estou pronto para o depois do vir que vem!

Passarei agora a colocar todas as palavras que estejam por inventar a itálico!

1 comentário:

Carina Rocha disse...

adorei este texto, não sei se é por teres utilizados palavras mais "frias e fortes" mas a verdade é que gostei mesmo muito!
bjnhos