segunda-feira, 27 de junho de 2011

O Armário

Abri a porta do armário
Encontrei um semelhante mundo
Em que o oriundo de tudo
Se deve a um extremo imaginário!

Uns somos camisolas de manga curta
Outros cabides para estúpida pendura
Mas ainda há aqueles que aparentelam
A roupas interioriais do íntimo da altura!

Nas camisolas de manga curta
Há umas que gostam de viver auxiliadas
Perseguidoras constantes de cabides
Sem de sua autoria pouco fazer mais que nada!

Os cabides são os escravos
Fazem tudo mesmo com desagrado
Os seus deveres são obras obrigadas
E consideram-se os mais massacrados.

No íntimo há roupa que gosta de recorrer
Sempre com o desejo de uns segredos guardar
Mas não se esqueçam: nunca a partilhem!
Ai algum dia elas sem querer vos vão desagradar!

Problemas? As suas descartiblidades!
Nuns dias assentam que nem perfeição
Noutros o corpo perde a sua feição
Até o surgir, por vezes obrigada, da:

Procura da querida da novidade…

1 comentário:

Carina Rocha disse...

"Os cabides são os escravos
Fazem tudo mesmo com desagrado
Os seus deveres são obras obrigadas
E consideram-se os mais massacrados."

Sabes que mais? Cada vez tens poemas mais fixes, gostei de ler e curti as metáforas xD

Bjnhos