segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Nosso mundo… Será ele mesmo nosso?

  Ele nos concede um tesouro denominado vida aberto com uma valiosíssima chave composta por um corpo e alma resultando no final no nosso ser. É através dela que podemos explorar o que chamamos o nosso mundo e ele não é o tão falado mundo mas sim aquele que nos pertence, faz parte de nos e na qual a saída não é possível retirando apenas a chave da fechadura, a chave tem que perder o seu composto.

  Todos gostamos dele excepto quando o controlo sobre ele nos é perdido, mesmo que por instantes, parece que ele as vezes tende para mudar a sua antiga forma idolatrizada por nós.  Em todas as mudanças existem as que facilmente recebem a nossa aprovação e outras que dificilmente ou nunca aceitamos mas, não há alternativa… Elas inevitavelmente são feitas.

  Odiávelmente todos te adoramos nosso mundo que nos possuis, apesar de todos muitos diferentes acabamos por ser semelhantes graças a todos os nossos pequenos mundos terem feitios tão iguais.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

(In)atingível?


Mulher de clara azulada pele, será que poderia ser como tu? Iluminada sempre com essa enorme luz amarela que fortemente provem da tua cabeça, inteligência não te deve faltar até formato de lâmpada contem.

Muito tu gostas de relaxar sobre essa incompleta lua amarela, deixas-me desfrutar um pouco dela? Eu sei que ela é frágil e por um pequeno fio facilmente quebrável se mantém bem descolada do mísero chão castanho mas pareces sempre tão calminha ai em cima…

Todas as noites essa tua essencial cabeça iluminada é indescritívelmente importante para mim pois consegues quebrar o feitiço colocado sobre o manto negro no céu, não desfazendo a cor do manto consegues o feito de fazer a minha visão ser funcional no meu pequeno mundo: o meu quarto. Nem imaginas como todos os dias te estou grato.

Apesar de milagrosa essa tua luz tem um enorme inconveniente: gasta-se ao longo do tempo. Nisso sei que não somos tão diferentes pois quando te trocam essa cabeça é como se fizesses um repouso necessário para esse tão grande esforço, assim tal e qual como eu, um humano que quando existe esforço na realização de um objectivo o descanso é obrigatório.

Agora no chão te avisto cá de baixo triste por não poder estar ai contigo regaladamente sentado, ele é tão frio e duro… Não sei porque parece que estás tão perto e ao mesmo tempo tão longe mas uma coisa é certeira, sei que enquanto estiveres ai poderei contar com o milagre da tua luz.  

sábado, 11 de setembro de 2010

Lógica?

É lógico, o futuro é aberto.

É lógico que a barreira exista.

É lógico, nada é concreto.

É lógico que eu persista.

É lógico, preciso de afecto.

É lógico que é lógico.

É lógico, a lógica não é lógica.

É lógico que este texto não faz sentido.

É lógico, o sentido não tem sentido.

É lógico que a minha lógica é ilógica.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O 24º post!

Porquê comemorar no 24 e não no 25?
Simples o 25 por conter o 2 e um 5 me faz lembrar os meus anos coisa que eu não gosto muito de comemorar.

Para mim é um feito enorme ter conseguido chegar a este número, a todos os que têm seguido e comentado principalmente aqueles que me criticaram para me ajudar a melhorar digo: Obrigado.

Eu sei, é pouca gente mas é ela que me faz manter este blog no activo e talvez se não existisse qualquer insistência já estaria nas proximidades do fim.

Enfim aqui vai mais um texto:


24? Será um pequeno número ou grande?

Só sei que é um numero que alegremente o gosto de dizer pois 24 é o início de uma nova responsabilidade assim como maturidade. Isto na idade, eu só tenho 18 mas este blog já apresenta os 24.
 
Ao escrever nele vejo agora reflectido um crescer de pensamento. Ele é o espelho dos episódios da minha vida assim como meus raciocínios e ideias que viajavam na minha cabeça, e assim continuará a ser desde que o apoio existente continue permanente.


 É pequeno? Eu sei, mas se o prolonga-se mais só me iria repetir demais.