terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Vamos jogar xadrez!

"Hahaha olhem para mim
Aqui com o meu tabuleiro
Relez pião serves o fim
Tudo a troco do meu dinheiro

Hahaha olhem para mim
Inchado estupor cheio
Sentado num reino de marfim
Excrementando aqui no meio

Não olhem para mim, Não!
A ser um eu foleiro
Dando gargalhadas de cão
Estragando a vida do ser pioneiro"

Conclusões de madrugada

Cama, aqui tu chegavas
Cabeçadas pesadas suportavas
Passados pesados lembravas
Cheios de esperanças... Mortas!

Aqui já o errado perdeu as bases das amarras, o certo mais errado é
Ciclicamente estou deslocado de tudo, todos, sempre em volta do abismo em que a vida nada quer recompensar e quando o tenta nunca é na altura certa
Sim existem catástrofes, sim a mulher de n anos morreu de n coisa, mas serei má pessoa por ser tão indiferente? Ou apenas mais um robo da sociadade que tanto odieio?

Voltando à cabeça...
Agora? Tempestosamente cais!
Escrementando em volta nos tais
Abismos oriundos dos materiais
Conscienciosamente somos apenas mortais
Aprendendo todos os dias morais
Que em nada pesarão nos sinais
Em que nos perdemos de sermos normais.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Praxe: mas afinal o que é isto?

Como muitos sabem nos últimos tempos tem havido uma polémica enorme sobre o que são as praxes e que forma de integração a mesma é. Bem quando entrei na actual faculdade a que pertenço fui sempre com receio e medo de ser explorado mas sempre com o pensamento: se houver algum abuso desisto de imediato! Nós, acima de tudo, somos pessoas e o respeito próprio é algo que deve estar sempre em primeiro lugar quer seja no trabalho, na faculdade, na escola... enfim na vida!
Para minha grande surpresa isto nunca aconteceu. Houve uma altura que nos mandaram subir em conjunto as escadas em "fila pirilau" esta que consistia nada mais nada menos que colucar uma das mãos por baixo das pernas de forma a passar para o colega de trás e a outra mão agarrava na do parceiro à frente, este que se encontrava na mesma posição que eu assim como o que estava atrás. Sem problema pois afinal o que estou a fazer de diferente de todos os meus colegas do meu ano? Mas este assunto não fica por aqui pois enquanto estava nesta posição obtive uma cãibra e reportei de imediato a situação a um dos "doutores" da praxe e este disse para sair de imediato da fila e me ajudou a repousar dizendo de seguida isto: "Nunca deixes que exista abuso nem em ti nem nos outros caloiros pois todos têm de ser tratados de forma igual e com respeito".
Logo no fim das atividades de praxe todos os "doutores" conviviam com os "caloiros" explicando as suas experiências na Universidade e seguiam-se conselhos para disciplinas do curso. Também nos fizeram uma apresentação do que era Coimbra e um pouco da sua história.
Actualmente sou eu "Doutor" e sigo sempre esta definição de praxe e espero que as próximas gerações da praxe cumpram esta premissa que é o respeito e verdadeira integração e sonho que um dia esta que foi a minha praxe seja a praxe a nível nacional.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Sentido != Vida != Vácuo

Tantos e tantos filósofos se questionam e questionaram sobre o sentido da vida...
(In)felizmente não existe qualquer sentido lógico ou algorítmico para tal facto nem digo que isto seja o sentido da vida mas pelo menos faz parte dela.
Sempre que penso nesta desigualdade a imagem de um homem com um jarro na cabeça em que a água não cai pelo simples facto de fazer vácuo. Vamos pensar neste jarro como sendo um perfeito símbolo feminino: sempre que tento tirar da cabeça o dano é mais que obvio: acabo molhado.
O grandioso problema em volta disto é apenas um: onde encher o jarro de forma natural sem rio, mar ou água canalisada?
Há quem pense que o abanar do pessegueiro das proximidades dá um enchente àgua da chuva de grande qualidade mas está longe de criar vácuo. Outros ainda têm a ideia revolucionária de tentar nas proximidades da estrada nas suas poças de água, é uma droga cara monetariamente e/ou psicologicamente.
Agora achar água de qualidade consumível? Há quem procure mas nem a procura a faz surgir pois os que procuram outras arvores de ramificações desconhecidas das duas uma: ou estão secas ou acabam molhados sem sequer encher o jarro. Uns culpam as condições climatéricas, outros o sol que seca as folhas mas de quem realmente é a culpa? De ninguém apenas não se pode procurar tendo em conta que uma árvore pode nascer em qualquer momento e em qualquer lugar desde que tenha a chuva e terra firme para cultivar.