domingo, 29 de maio de 2011

Amizade, qual é a tua idade?

Olha quem é ela, a amizade!
Banalizada por tudo e por nada
Procurada no escuro da mágoa
Relembrada quando a tragédia passa!

A tua idade? Isso realmente importa?

Mesmo dividida por superfície ou mar
Desde que exista intensidade
Vai sempre guardar um lugar
Por ser vivida com verdade.

Nos elementos que presentemente a desfrutam
Seja grande ou pequeno o numero da duração da vida
Apenas a mentalidade de cada um será compreendida
Se algo de semelhante nas suas proezas forem conhecidas!

Agradeço a uma pessoa por me ter sugerido este tema! Continua a escrever como escreves!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

É on

Até que ponto vai isto andar?
Até ao ponto do ir sem retornar?
Até que apareça um ponto com virgula?
Até a ponta desapareça de senhora vida?
A pé onde vai a tonta sem a miúda esquecida?
A fé da menina pondera num estado insolente de perdida?

O que será isto? Talvez o conto das escadas de umas vidas.

sábado, 21 de maio de 2011

Quem é o meu Deus?

O homem o faz há sua imagem
Na ilusão do contrário que a crença passa
Deixando a parva e exibicionista presença
Da gente que apenas é e será reles farsa.

Além de meu eu outro ser omnipresente? Que ridicularidade
Sem mencionar de problemas faz grande parte da gente
Que não envelhece sem as outras presenças criticar
Como as de diferentes creres que meu eu gosta apreciar
Sem qualquer diferente Deus louvar além do ser humano!

Ouvidos moucos farei a quem ousar criticar pois talvez já seja tarde para mudar a minha esperança que ambiciona uma humanidade que resolva avançar!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Tempo

Já lá vai: era um simples tempo
Em que o senhor era tão durador
Sempre que o presenciava no contente
No lento e no preguiçoso esplendor.

Agora? É altura do meu eu por identificar pensar
Sem que algum dia venha a arrepender 
No que vai ser o viver no que vem a aproximar
Por vias do destino caso ele se decida identificar...

Adeus fica bem meu velho
No actual decidi apreciar
Vou viver o momento
Sem que nada o tente prejudicar!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O seis com o nove?

Dos inocentes e diferentemente iguais números
As coisas infinitas o humano gosta de inventar
Desde as sessenta e nove contáveis coisas
Como um acto sexual da salivas usar:
Tanto faz a variedade da sexualidade
Quando o prazer se quer dar
Há quem o considere com gravidade
O acto de oralmente noutro órgão tocar.

O seis virado ao contrário é nove
O contrário também é válido
Sendo iguais quando um se contraria, (66)
Deixando sempre um com ar pálido
De um pino infinito exercitar
Com o desejo de um diabo entrar
Esperando ansiosamente um semelhante
Para a ménage a três se completar.(666)

Olha que engraçado facto
É o número deste traste!
Sem toa escrevo sobre este enorme marco
Visto ser o sessenta e nove de tantos.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Agulhas, palhas e burros

Somos todos agulhas do palheiro
Perdidas algures nas palhas da vida
Limitadas pelos empurrões das bocas dos:
Burros espontaneamente esfomeados!

Sobrevivemos no espaço alheio
Feito dos outros cuja sua ida
Fora forçada pelos intitulados os:
Burros espontaneamente esfomeados!

Aceita-mos sem ler o parágrafo terceiro
Sem que a alma seja comprometida
Com os fiéis tristes amaldiçoados dos:
Burros espontaneamente esfomeados!

Mas contudo mais vale ser agulha primeira
Que ser palha ou burro na quinta
Comemos com fome e odiamos os:
Burros espontaneamente esfomeados!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ui (mais um parvo)

Ui o que pode ser?
Ui o vazio do pensar cresceu!
Ui até custa na cabeça crer!
Ui os pés e a cabeça podem doer
Ui... Resume o que é meu viver.

Agradeço a uma pessoa por me ter sugerido este tema! Continua a escrever como escreves!

domingo, 8 de maio de 2011

Olha, é o horizonte!

Que linha oriunda de um fenomenal
Feita com o cruzar de um ceu e um mar
Louca do natural e inconsciente abismal
Poderá ser banal o composto para apreciar?

Posso o horizonte alcançar?
Diz o meu desconhecido idiota eu
Sabendo que por mais abusado alucinar
Tal feito o natural não lhe poderá conceder.

Pego agora em papel, dobrado em forma de barco
Coloco por cima de água, em direcção do meu sonho.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Como isto anda

Partilhem isto por gente que conheçam, finalmente alguém que diz o que se passa realmente no nosso país e não se esqueçam: está nas nossas mãos mudar isto, já chega de dar valor ao estrangeiro e aos seus produtos pois centenas de marcas são nossas e eles roubam-nos o crédito e porque? Porque só compramos o que não é nosso! Muitas das fábricas que fabricam produtos colocam etiquetas de outros países para que nós os compremos...

Enfim espero que deixe alguém a pensar nestas palavras.