quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Captador do Vento

Parado vejo-te relaxada mente,
As pás esvoaçando com o vento,
O meu cabelo se perde e em ti
Resulta em nosso fornecimento.

Tornando-me as tuas pás
Até que sou semelhante
A origem é o fim não existem
O rodopio é notável e constante.
  
A esperança arrebatas...
Vento, porque pressas?
Teu destino desgastas
Os sentimentos arremessas.

Levado sem querer,
Sem me tentar entender,
Desejando o meu renascer
Para ser possível o viver.

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